| O exercício
da Medicina compreende duas atividades distintas, denominadas do grego,
Propedêutica e Terapêutica. A primeira identifica
o desvio da saúde, faz o diagnóstico, e a segunda
oferece os recursos para o retorno à normalidade, faz o tratamento.
O diagnóstico é obtido mediante o exame minucioso do doente após a anotação cuidadosa da história de sua moléstia. Inicialmente o médico utiliza seus cinco sentidos. A visão e a escuta são básicos, porém o tato (palpação) e o olfato (certos odores peculiares) podem ser necessários. Modernos recursos eletrônicos ampliaram os dois primeiros, e hoje fala-se em Imagenologia como especialidade médica através do ultra-som, da tomografia computadorizada, da ressonância magnética, etc. Verificações das atividades vitais vão da simples tomada do pulso a recursos instrumentais os mais diversos. A área de Medicina Nuclear, com o emprego de rádio-isótopos ampliou largamente o exame antes limitado às radiografias. Além dissso, a melhoria das técnicas de Endoscopia aduziu novos recursos de diagnóstico em orgãos internos antes impossíveis de visualização direta. Todavia, nem sempre o exame do doente é suficiente para esclarecer um diagnóstico e torna-se necessário o uso de exames complementares. Estes constituem o campo da Patologia Clínica, isto é, a investigação de componentes orgânicos no sangue e, mais raramente, no líquido céfalo-raquidiano, bem como nas excreções (urina e fezes) e secreções anormais (transudatos e exsudatos). A Patologia Clínica desdobra-se em numerosas áreas, como Hematologia, Bioquímica de sangue e urina, Bacteriologia, Imunologia, etc. todas implicando em procedimentos padronizados, que constituem as Técnicas de Laboratório, exigindo instalações, equipamentos e pessoal especializados. Com tal fim o Laboratório é um participante da maior relevância na prática médica, e decisivo na maioria das vezes para um diagnóstico correto. Resulta que o entrosamento entre os dois médicos, o clínico e o laboratorista, constitue o ponto alto da Propedêutica, sem o que fica impossível instituir um tratamento adequado. O contato estreito das duas faces do problema evidencia que não pode haver predomínio de um ou outro, e o trabalho harmônico impõe-se como exigência primacial em benefício do doente. Em razão disto, é necessário evitar-se a massificação dos exames laboratoriais, produzidos em larga escala por métodos em grande parte automatizados. O laboratório médico deveria conservar seu caráter artesanal, exercido por médicos especialistas e sempre à disposição do clínico, para troca de impressões, busca de novas pesquisas, confirmações de resultados, etc. |
| Realizamos todos os exames
contidos na tabela AMB/CIEFAS nas áreas acima especificadas.
Os aparelhos utilizados em
nosso laboratório são: microscópios, estufa, banho-maria,
centrífuga, estufa, espectrofotômetro, fotômetro de
chama, contadores gama, dentre outros.
O órgão de saúde que fiscaliza o nosso setor é a Secretaria de Saúde (Vigilância Sanitária), além do controle de Programa de Excelência (PELM) – control lab – controle interno e externo. |